O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou a nova versão de sua Plataforma Lattes, que teve seu layout totalmente repaginado e várias alterações na sua forma de preenchimento e exibição dos dados. O CNPq preparou um manual de ajuda para divulgar a nova interface. Acesse a nova Plataforma Lattes: http://lattes.cnpq.br/
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segunda-feira, 30 de julho de 2012
Empresa oferece cursos de aperfeiçoamento e qualificação para bibliotecários
Empresa oferece cursos de aperfeiçoamento e qualificação para bibliotecários
A Content Mind, prestadora de serviços em educação continuada para profissionais da informação, tem oferecido atualmente uma gama de cursos on-line que não necessitam da formação de turmas para que os interessados possam se qualificar. Ou seja, se você está à procura de cursos à distância adequados a sua rotina profissional, essa pode ser uma oportunidade interessante.
Hoje, a Content Mind oferece os seguintes cursos:
- Unidades de Informação na Web 2.0: Conceitos, Estratégias e Práticas
- Gestão de Bibliotecas Digitais: Conceitos e Projeto – Módulo 1
- Usabilidade: Conceitos e Práticas para Profissionais da Informação
- OJS/SEER Oficina Modular na Web para Editoração Eletrônica de Publicações Periódicas
- Oficina: Atribuição de DOI a Periódicos Científicos em OJS/SEER
A carga horária dos cursos varia de 30h a 60h. O preço das inscrições vai de R$ 400,00 a R$ 800,00, a depender do número de alunos. Para saber dos detalhes dessas oportunidades, acesse o site da instituição. http://www.contentmind.com.br/cursos-online/
A Content Mind, prestadora de serviços em educação continuada para profissionais da informação, tem oferecido atualmente uma gama de cursos on-line que não necessitam da formação de turmas para que os interessados possam se qualificar. Ou seja, se você está à procura de cursos à distância adequados a sua rotina profissional, essa pode ser uma oportunidade interessante.
Hoje, a Content Mind oferece os seguintes cursos:
- Unidades de Informação na Web 2.0: Conceitos, Estratégias e Práticas
- Gestão de Bibliotecas Digitais: Conceitos e Projeto – Módulo 1
- Usabilidade: Conceitos e Práticas para Profissionais da Informação
- OJS/SEER Oficina Modular na Web para Editoração Eletrônica de Publicações Periódicas
- Oficina: Atribuição de DOI a Periódicos Científicos em OJS/SEER
A carga horária dos cursos varia de 30h a 60h. O preço das inscrições vai de R$ 400,00 a R$ 800,00, a depender do número de alunos. Para saber dos detalhes dessas oportunidades, acesse o site da instituição. http://www.contentmind.com.br/cursos-online/
quarta-feira, 11 de julho de 2012
300 livros de ciências humanas para download legal
Carlos Willian Leite
carloswillian@uol.com.br
@revistabula
Liderado pelas Editoras da Fio cruz (Fundação Oswaldo Cruz), UFBA (Universidade Federal da Bahia), Unesp (Universidade Estadual Paulista), e Fapesp (Fundação de Apoio à Universidade Federal de São Paulo) o projeto “SciELO Livros”, lançado no mês de março, disponibilizou aproximadamente 300 livros, científicos e técnicos, para download. O projeto visa à publicação on-line de coleções de livros de caráter científico, editados, prioritariamente, por instituições acadêmicas. A previsão para 2012 é que o acervo ultrapasse 500 títulos. Os livros, que estão disponíveis nos formatos ePUB e PDF, são formatados de acordo com padrões internacionais e podem ser lidos no próprio site ou baixados integralmente sem nenhum custo.
O objetivo do projeto é “aumentar a visibilidade, acessibilidade, o uso e impacto dos livros, e contribuir para o aprimoramento continuado das capacidades das editoras participantes em gestão de processos de edição, publicação e comercialização on-line de livros”.
Para integrar o projeto SciELO Livros, editoras e obras são selecionadas de acordo com padrões de controle de qualidade aplicados por um comitê científico. “Uma porcentagem significativa de citações que os periódicos SciELO fazem, principalmente na área de humanas, está em livros. E como um dos objetivos da coleção SciELO é interligar as citações entre periódicos, a ideia é também fazer isso com livros”, disse Abel Packer, membro da coordenação do programa SciELO, à Agência Fapesp “A ideia é contribuir para desenvolver infraestrutura e capacidade nacional na produção de livros em formato digital e on-line”, acrescenta.
Em 2012, o Programa SciELO conquistou pela segunda vez o primeiro lugar entre os maiores portais abertos de informação científica do mundo, de acordo com o ranking Web of World Repositories (Webometrics), site de auditagem que mede a visibilidade de repositórios científicos nos principais mecanismos de busca da internet. Para acessar: http://bit.ly/HIh2fV
Fonte: http://www.jornalopcao.com.br
Livro: Cidade digital: portais, inclusão e redes no Brasil
Explicita a relação entre a cidade e as novas tecnologias de comunicação. Aborda temas como a inclusão digital, as infra-estruturas de redes sem fio, as interfaces dos portais governamentais, o governo eletrônico, entre outros. Dividida em duas partes, a primeira constata que toda forma urbana configura-se a partir de diversas redes técnicas e sociais; a segunda apresenta os resultados coligidos sobre o governo eletrônico e os portais governamentais.
Confira o livro: Cidade digital: portais, inclusão e redes no Brasil
Fonte: http://www.edufba.ufba.br/2011/12/cidade-digital-portais-inclusao-e-redes-no-brasil/
PPGCI/UFPE divulga calendário da Seleção 2013
O Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da UFPE divulgou o calendário de sua seleção para a turma 2013. Em breve será divulgado o edital. Confira as datas em: http://www.ufpe.br/ppgci/index.php?option=com_content&view=article&id=385%3Aselecao-2013&catid=3%3Aedital&Itemid=270
Biblioteca virtual do Sebrae sobre empreendedorismo já está no ar
Sebrae disponibiliza aplicativo para usuários de tablets
O Sebrae criou um aplicativo que disponibiliza as publicações da instituição para os usuários de tablets. A biblioteca virtual permite o acesso a documentos, vídeos, fotos e gráficos animados sobre pequenos negócios. O acesso é gratuito e pode ser feito pela Apple – AppStore – ou pelo Google Play, no caso dos aparelhos com sistema operacional Android.
Batizada de Sebraeteca, a biblioteca virtual traz novas opções para quem se interessa pelo tema empreendedorismo. Segundo a gerente-adjunta de Capacitação Empresarial, Olívia Castro, o aplicativo significa um importante passo para o Sebrae no mundo digital. “A instituição inova ao apostar nos dispositivos móveis porque proporciona o acesso fácil e rápido, pelo público interessado, às publicações que a instituição produz”, avalia. Para ela, uma das vantagens é que a ferramenta evita o uso de papel, o que contribui com o meio ambiente.
Além de texto, as publicações disponibilizadas por meio da Sebraeteca contam com vídeos, álbuns de fotos, diagramas, ilustrações interativas e outros elementos multimídia que oferecem uma nova experiência de uso, ultrapassando as fronteiras do livro convencional.
Quem baixar os dispositivos acessa, por enquanto, uma pesquisa da instituição sobre sustentabilidade nas micro e pequenas empresas e 20 ideias de negócios sustentáveis sugeridas pelo Sebrae, por ocasião da Rio+20. A partir das próximas semanas, novos conteúdos serão inseridos na Sebraeteca.
>> Acessar o site do Sebrae
O Sebrae criou um aplicativo que disponibiliza as publicações da instituição para os usuários de tablets. A biblioteca virtual permite o acesso a documentos, vídeos, fotos e gráficos animados sobre pequenos negócios. O acesso é gratuito e pode ser feito pela Apple – AppStore – ou pelo Google Play, no caso dos aparelhos com sistema operacional Android.
Batizada de Sebraeteca, a biblioteca virtual traz novas opções para quem se interessa pelo tema empreendedorismo. Segundo a gerente-adjunta de Capacitação Empresarial, Olívia Castro, o aplicativo significa um importante passo para o Sebrae no mundo digital. “A instituição inova ao apostar nos dispositivos móveis porque proporciona o acesso fácil e rápido, pelo público interessado, às publicações que a instituição produz”, avalia. Para ela, uma das vantagens é que a ferramenta evita o uso de papel, o que contribui com o meio ambiente.
Além de texto, as publicações disponibilizadas por meio da Sebraeteca contam com vídeos, álbuns de fotos, diagramas, ilustrações interativas e outros elementos multimídia que oferecem uma nova experiência de uso, ultrapassando as fronteiras do livro convencional.
Quem baixar os dispositivos acessa, por enquanto, uma pesquisa da instituição sobre sustentabilidade nas micro e pequenas empresas e 20 ideias de negócios sustentáveis sugeridas pelo Sebrae, por ocasião da Rio+20. A partir das próximas semanas, novos conteúdos serão inseridos na Sebraeteca.
>> Acessar o site do Sebrae
Fonte: Agência Sebrae de Notícias
Gabriela Flores
Marcadores:
Biblioteca Virtual,
Empreendedorismo,
SEBRAE
Profissões vão além do que muitas pessoas imaginam
Áreas de atuação estão acompanhando, a evolução do mercado
O que faz um bibliotecário? E um designer? As perguntas parecem simples, mas se engana quem pensa que é de conhecimento geral o papel que esses profissionais podem exercer. Alguns ofícios têm o conceito estigmatizado e outros causam dúvidas em sua definição por penetrarem em vários campos de mercado. Por falta de conhecimento, muitos estudantes perdem a oportunidade de atuar em uma área que poderia os satisfazer e, assim, diminuem as opções de carreira.
Túlio Revoredo é formado em biblioteconomia e trabalha na área exercendo sua função em uma produtora de audiovisual. Lá, ele alimenta e organiza um banco de dados de imagens. Muitos vídeos são gravados na empresa, mas acabam não sendo utilizados. Porém não são descartados, ao contrário, são catalogados para serem usados em algum outro momento.
Logo, além de arquivar, cabe ao profissional interpretar o que lhe é pedido (e pode ser das mais variadas formas e linguagens), e encontrar a inscrição digital. “Há muita gente que ainda acha que o papel do bibliotecário é colocar livros nas prateleiras e pedir por silêncio aos visitantes de uma biblioteca”, lamenta.
Há 62 anos a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) oferece o curso de biblioteconomia. E apesar da profissão ser antiga, Túlio explica que ela tem um forte papel na atualidade. “O Google é uma empresa que possui bibliotecários trabalhando para tornar cada vez mais eficiente a busca por registros no site através de termos”.
Já quando se fala em design (profissão recente e não regulamentada no Brasil) muitos a relacionam a atividades que dão formas e estética a um produto e serviço. Pode ser de uma embalagem, de um carro, roupa, layout de um site e assim vai. De fato, o pensamento está correto. Mas, também, é comum pensarem que é só o designer sentar em frente ao computador ou pegar um lápis e deixar a imaginação rolar. Rejeitam a possibilidade de se aprofundar na área.
Cuidado, nem tudo que parece é! Quem trabalha como designer exerce função complexa. Cabe ao profissional idealizar, criar, desenvolver, configurar, dar concepção, elaborar e especificar algo para a solução de um problema. Ou seja, essa é uma atividade estratégica que exige estudo. “As pessoas não imaginam o quanto de pesquisa e conhecimento é necessário para desenvolver um projeto”, afirma a designer Gabriela Teixeira. Quem trabalha na área pode ser designer visual, de produto, moda, interiores, entre outros. São muitos os campos de atuação, e por isso, é difícil a definição de seu papel e consequentemente a compreenção de sua função.
Logo, não se engane. Na hora de escolher uma carreira, procure entender quais empregos são oferecidos. Compreenda que o mercado de trabalho está em constante movimento, e o papel se adapta e se renova de acordo com a evolução. Para não descartar cursos que poderiam ser de interesse tire suas dúvidas com profissionais da área, visite empresas do ramo e descubra que há um leque de ocupações que podem ser de interesse.
Fonte: http://www.folhape.com.br
O que faz um bibliotecário? E um designer? As perguntas parecem simples, mas se engana quem pensa que é de conhecimento geral o papel que esses profissionais podem exercer. Alguns ofícios têm o conceito estigmatizado e outros causam dúvidas em sua definição por penetrarem em vários campos de mercado. Por falta de conhecimento, muitos estudantes perdem a oportunidade de atuar em uma área que poderia os satisfazer e, assim, diminuem as opções de carreira.
Túlio Revoredo é formado em biblioteconomia e trabalha na área exercendo sua função em uma produtora de audiovisual. Lá, ele alimenta e organiza um banco de dados de imagens. Muitos vídeos são gravados na empresa, mas acabam não sendo utilizados. Porém não são descartados, ao contrário, são catalogados para serem usados em algum outro momento.
Logo, além de arquivar, cabe ao profissional interpretar o que lhe é pedido (e pode ser das mais variadas formas e linguagens), e encontrar a inscrição digital. “Há muita gente que ainda acha que o papel do bibliotecário é colocar livros nas prateleiras e pedir por silêncio aos visitantes de uma biblioteca”, lamenta.
Há 62 anos a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) oferece o curso de biblioteconomia. E apesar da profissão ser antiga, Túlio explica que ela tem um forte papel na atualidade. “O Google é uma empresa que possui bibliotecários trabalhando para tornar cada vez mais eficiente a busca por registros no site através de termos”.
Já quando se fala em design (profissão recente e não regulamentada no Brasil) muitos a relacionam a atividades que dão formas e estética a um produto e serviço. Pode ser de uma embalagem, de um carro, roupa, layout de um site e assim vai. De fato, o pensamento está correto. Mas, também, é comum pensarem que é só o designer sentar em frente ao computador ou pegar um lápis e deixar a imaginação rolar. Rejeitam a possibilidade de se aprofundar na área.
Cuidado, nem tudo que parece é! Quem trabalha como designer exerce função complexa. Cabe ao profissional idealizar, criar, desenvolver, configurar, dar concepção, elaborar e especificar algo para a solução de um problema. Ou seja, essa é uma atividade estratégica que exige estudo. “As pessoas não imaginam o quanto de pesquisa e conhecimento é necessário para desenvolver um projeto”, afirma a designer Gabriela Teixeira. Quem trabalha na área pode ser designer visual, de produto, moda, interiores, entre outros. São muitos os campos de atuação, e por isso, é difícil a definição de seu papel e consequentemente a compreenção de sua função.
Logo, não se engane. Na hora de escolher uma carreira, procure entender quais empregos são oferecidos. Compreenda que o mercado de trabalho está em constante movimento, e o papel se adapta e se renova de acordo com a evolução. Para não descartar cursos que poderiam ser de interesse tire suas dúvidas com profissionais da área, visite empresas do ramo e descubra que há um leque de ocupações que podem ser de interesse.
Fonte: http://www.folhape.com.br
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