quarta-feira, 24 de agosto de 2011

XIX Encontro de Iniciação Científica da UFPB "Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenções de Riscos"

     A Universidade Federal da Paraíba realizará em outubro próximo o XIX Encontro de Iniciação Científica da UFPB  com o tema "Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenções de Riscos" De 17 a 21 de outubro em João Pessoa, no CCJ (Centro de Ciências Jurídicas) e de 25 a 27 de outubro em Areia, no CCA (Centro de Ciências Agrárias). As inscrições estarão abertas até o dia 31/08/2011, que também é o prazo para submissão do Relatório Final dos Alunos/Bolsistas de IC.
   Tanto a inscrição no ENIC quanto o envio do relatório final são feitos pelo orientador, nos respectivos sistemas:Increver-se no XIX ENIC: www.prpg.ufpb.br/pibic (Pedimos aos alunos e professores que atualizem seus dados no sistema para que sejam evitados erros na publicação dos Anais do Evento).

Fonte:http://www.prpg.ufpb.br/portal

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

PROGEP inscreve para Gestão Educacional

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio da Divisão de Educação e Capacitação Profissional (DECP), inscreve desta segunda-feira (22) até 2 de setembro, no horário das 8h às 12h e das 14h às 17h, para o Curso de Especialização em Gestão Educacional.
As inscrições serão realizadas no ambiente 14 – Escola de Gestores – Centro de Educação (CE) – Campus de João Pessoa, quando deverá ser apresentada a ficha de inscrição disponível no site www.ufpb.br/progep/cedesp e demais documentos exigidos, conforme Edital nº 03 da PROGEP.
O curso, que faz parte do Plano de Capacitação 2011, será realizado pelo Departamento de Habilitações Pedagógicas (DHP) do Centro de Educação (CE) com o apoio da PROGEP e vai capacitar os servidores técnico-administrativos da UFPB.
O Departamento de Habilitações Pedagógicas vai capacitar 60 servidores técnico-administrativos no Curso de Especialização em Gestão Educacional que tem como objetivo proporcionar conhecimentos teórico-práticos referentes ao planejamento, coordenação e controle de programas e projetos de ensino superior aos servidores técnico-administrativos da UFPB e faz parte do programa de capacitação de servidores da PROGEP.
Com carga-horária de 405 horas distribuídas em 10 disciplinas, o curso de Especialização em Gestão Educacional será realizado pela metodologia da educação a distância com encontros presenciais.
O curso terá início no dia 07 de outubro de 2011 e término previsto para 26 de novembro de 2012 - sempre nas primeiras sextas-feiras de cada mês, nos turnos da manhã e tarde.
Mais informações pelos telefones 3216-7696 ou pelo site www.ufpb.br/progep/cedesp.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Curso de Indexação II

A Associação Profissional de Bibliotecários de Pernambuco – APBPE promove o Curso: INDEXAÇÃO II
 
Dias: 17/09 e 24/09
Horário:  das  8h às 12h das 13h às 17h
Carga Horária: 16h/aula
Local: FCAP/UPE  - Bloco B - 1º andar
Público Alvo: Bibliotecários e estudantes de Biblioteconomia e Gestão da Informação
 
Instrutor: Fabio Assis Pinho
 
OBJETIVOS: Será necessário identificar no contexto da Análise Documental a importância do tratamento temático da informação, em especial a indexação, através de fundamentos teóricos e de dinâmicas de grupo.
 
CONTEÚDO: Análise Documental: conceito e etapas. Indexação: conceito, caracterização e princípios. Índices.
 
PROCEDIMENTOS: A partir da explanação e discussão do conteúdo que se realizará durante 8 horas aproximadamente, o desempenho será satisfatório se, após o tempo previsto, houver compreensão por parte do público-alvo.
 
APRESENTAÇÃO: O facilitador iniciará a explanação do assunto através de equipamentos de projeção, fazendo comentários e exemplificando as etapas na medida do possível. Comunica, verbalmente, o objetivo pretendido.
 
DESENVOLVIMENTO: O facilitador observará e provocará manifestações de entrosamento através da participação por meio de opiniões e/ou experiências.
 
INTEGRAÇÃO: Poderá haver socialização de opiniões e/ou experiências, onde o facilitador ouvirá e registrará os pontos essenciais para, posteriormente, proporcionar feedback.
 
INVESTIMENTO
Associados e estudantes R$ 120,00 ( em 2 x 60,00 com cheque)
Não sócio R$ 180,00 (não podemos dividir)
 
 
Informações pelo fone 81 – 3221 0635 no horário das 09h às 15h.


APBPE Gestão 2009 - 2011
Acessem o nosso site www.apbpe.org.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

COMPARAÇÃO NBR 14724:2011 COM NBR 14724:2005


 NBR 14724:2011”,  apresenta todas as alterações na norma, comparando-a com a anterior (a NBR 14724:2005). Para tornar   fácil a visualização o presente  quadro, frisa somente os elementos da norma anterior que sofreram alterações na norma atual. ( LOPES, 2011) 

  NBR 14724:2011
NBR 14724:2005
Estrutura do trabalho acadêmico
Parte externa:
·         Capa (obrigatório)
·         Lombada (opcional)
Parte interna:
·         Elementos pré-textuais
o   Folha de rosto (obrigatório)
o   Errata (opcional)
o   Folha de aprovação (obrigatório)
o   Dedicatória (opcional)
o   Agradecimentos (opcional)
o   Epígrafe (opcional)
o   Resumo na língua vernácula (obrigatório)
o   Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
o   Lista de ilustrações (opcional)
o   Lista de tabelas (opcional)
o   Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
o   Lista de símbolos (opcional)
o   Sumário (obrigatório
·         Elementos textuais
o   Introdução, desenvolvimento, conclusão. A nomenclatura destes elementos fica a critério do autor.
·         Elementos pós-textuais
o   Referências (obrigatório)
o   Glossário (opcional)
o   Apêndice (opcional)
o   Anexo (opcional)
o   Índice (opcional)

·         Elementos pré-textuais
o   Capa (obrigatório)
o   Lombada (opcional)
o   Folha de rosto (obrigatório)
o   Errata (opcional)
o   Folha de aprovação (obrigatório)
o   Dedicatória (opcional)
o   Agradecimentos (opcional)
o   Epígrafe (opcional)
o   Resumo na língua vernácula (obrigatório)
o   Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
o   Lista de ilustrações (opcional)
o   Lista de tabelas (opcional)
o   Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
o   Lista de símbolos (opcional)
o   Sumário (obrigatório
·         Elementos textuais
o   Introdução, desenvolvimento, conclusão. A nomenclatura destes elementos fica a critério do autor.
·         Elementos pós-textuais
o   Referências (obrigatório)
o   Glossário (opcional)
o   Apêndice (opcional)
o   Anexo (opcional)
o   Índice (opcional)

Capa
Composta de:
a)      nome da instituição (opcional);
b)      nome do autor;
c)       título;
d)      subtítulo, se houver; precedido de dois pontos.
e)      número de volumes  - quando houver mais de um, sendo que cada capa deve especificar seu volume
f)       local (cidade) da instituição.
Nota: no caso de cidades homônimas, recomenda-se o acréscimo da sigla do estado.
g)      ano de entrega
Composta de:
a)      nome da instituição (opcional);
b)      nome do autor;
c)       título;
d)      subtítulo, se houver;
e)      número de volumes  - quando houver mais de um, sendo que cada capa deve especificar seu volume
f)       local (cidade) da instituição
g)      ano de entrega
Epígrafe
Continua sendo elemento opcional, entretanto, deve ser elaborada conforme NBR 10520.
Elemento opcional.
Formato
Somente os elementos pré-textuais são digitados exclusivamente no anverso da folha, com exceção da ficha catalográfica que deve vir no verso da folha de rosto.
Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados no anverso e verso das folhas.

Todo o texto é digitado no anverso das folhas, exceto a ficha catalográfica que é digitada no verso da folha de rosto.
Paginação
Quando o trabalho for digitado usando o anverso e verso das folhas, a numeração deve ser colocada, no caso do anverso, no canto superior direito e, no caso do verso, no canto superior esquerdo.
A numeração é colocada no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.
Indicativos de seção
Os títulos de seções primárias devem começar em página ímpar (anverso).
Os títulos das seções primárias devem começar em nova página.
Notas de rodapé
Devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 5 cm.
Devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda.
Margem
Para o anverso: esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.
Para o verso: direita e superior de 3 cm; esquerda e inferior de 2 cm.
Esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.


 

Chamada de Artigos para Revista Plenarium

A Coordenação da Revista  Plenarium da Faculdade de Timbaúba comunica que se encontra aberto o prazo para a entrega de artigos para publicação.
    Prazo  10 de agosto a 30 de setembro do corrente ano, deverá ser entre uma copia impressa e outra em cd-room, na Biblioteca da Faculdade de Timbaúba ou para o senguinte email bibliotecadetimbauba@yahoo.com.br.               
    Pedimos e solicitamos o inestimável apoio de todos, no sentido de divulgação  para maior amplidão desta presente chamada de artigos .
 
Atenciosamente, 
     Dr. Manoel Matusalém Sousa e Patricia de Freitas Ferreira

NORMAS PARA OS COLABORADORES REVISTA PLENARIUM

  1. O periódico REVISTA PLENARIUM é uma publicação semestral de trabalhos inéditos das áreas de ciências humanas, contábeis, econômica, pedagógica, administrativa.
  2. Os trabalhos enviados devem ser inéditos, embora não se requeira estrita originalidade requer-se apenas uma argumentação lógica e clara. Como também s devida referencia bibliográfica. O texto passará pela comissão editorial e não será feita modificação, muito menos publicação, sem prévio consentimento do autor.
  3. O trabalho a ser publicado deverá ser entregue em uma via acompanhado de Cd-Room, redigido no editor do texto “Word for Windows 6,0” ou versão mais avançada. Caracteres: Time New Roman, em corpo 12, espaçamento 1,5. Títulos e intertítulos como os utilizados nesta edição.
  4.  O trabalho deverá seguir as Normas da ABNT ou da APA, tanto na sua estrutura formal quanto no que diz respeito aos aspectos da elaboração do texto.
  5. Os trabalhos publicados são de inteira responsabilidade dos autores, incluindo idéias, princípios, ideologia etc.
  6. Cada autor receberá 05 exemplares do número em que publicar matéria de sua responsabilidade. Caso queira adquirir novos exemplares pagará R$ 7,00 por cada exemplar.
  7. Todos os direitos editoriais são reservados. Nenhuma parte das publicações poderá ser reproduzida, transmitida por qualquer sistema ou meio sem a prévia autorização do Conselho Editorial e/ou sem contar com o critério de referência, de acordo com a Lei de Direitos Autorais vigente no Brasil.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pierre Lévy no Rio, dia 25/08

Especialista em cibercultura, o francês Pierre Lévy critica intenção inglesa de controlar redes sociais e fala sobre o futuro dos livros

 

RIO - Há 20 anos, quando a maioria da população do mundo não tinha a menor ideia do que era a internet, o filósofo francês Pierre Lévy já estava de olho no futuro, com seus estudos sobre cibercultura e inteligência coletiva. Hoje, Lévy é uma referência, um estudioso cujas pesquisas ajudaram no desenvolvimento de ferramentas fundamentais para muitos de seus críticos do passado - entre eles, um bom número de jornalistas -, como a Wikipedia e as redes sociais.
Clleber Passus / Fronteiras do Pensamento - 14 de Agosto de 2007.  Foto Divulgação Atualmente morando no Canadá, onde leciona na Universidade de Ottawa, esse profeta digital está a caminho do Brasil, para participar, no dia 25, às 19h30m, de um debate ao lado de Gilberto Gil, sobre o tema "o poder das palavras na cibercultura", no Oi Futuro Flamengo. A mesa faz parte da programação do projeto Oi Cabeça e tentará responder à difícil questão sobre o espaço que a escrita ocupa na esfera digital.
Em entrevista por telefone ao GLOBO, Lévy falou do uso das redes sociais, do futuro das mídias tradicionais, de como o preconceito contra a internet foi sendo modificado ao longo do tempo e do trabalho para desenvolver a Information Economy Meta Language (IEML), uma nova linguagem para a web à qual ele vem se dedicando nos últimos anos.
Enquanto conversamos, o primeiro-ministro David Cameron sugere que a Inglaterra crie alguma forma de controle das redes sociais, a fim de evitar as manifestações vistas na semana passada. O que o senhor acha da ideia?PIERRE LÉVY: É uma sugestão bastante absurda. É a grande maioria da população inglesa que usa as redes sociais, e não apenas uma pequena quantidade de criminosos. Além disso, os criminosos usam as estradas, os telefones, qualquer forma de se encontrar ou de se comunicar. Não há nada específico que justifique responsabilizar as redes sociais. Sou contra qualquer tipo de censura na internet, tanto política quanto de opinião. E vale lembrar que a polícia também pode se utilizar das redes sociais para encontrar os criminosos. A mídia social pode ser uma ferramenta de combate ao crime como qualquer outra.
A intenção de Cameron lembra críticas feitas contra a cultura digital há quase 20 anos. Naquela época, em suas palestras, o senhor dizia que o preconceito das pessoas contra a cibercultura se assemelhava ao preconceito contra o rock'n'roll nos anos 1950 e 1960. Alguma coisa mudou?
PIERRE LÉVY: Sim, houve mudanças. Naquele tempo, as pessoas diziam que a internet era uma mídia fria, sem emoções, sem comunicação real. Mas hoje, com a mídia social, as pessoas compartilham músicas, imagens e vídeos. Há muitas emoções circulando nesses espaços de comunicação. O que acontecia antes era que as pessoas não sabiam do que estavam falando. O preconceito, na maioria das vezes, é gerado pela ignorância. Até mesmo com vocês, jornalistas, isso mudou. Eu lembro bem que naquela época os jornalistas tinham todo o tipo de preconceito com a comunicação digital, e hoje todos estão usando essas ferramentas.
Mas alguns grupos de entretenimento e mídia ainda tentam controlar e restringir as possibilidades da internet, sob o temor de perder rentabilidade que tinham com a venda de CDs, DVDs ou publicações impressas. O que o senhor acha que vai resultar desse embate?
PIERRE LÉVY: O problema principal é que, antes da internet, todas essas empresas vendiam informação através de suportes materiais. Só que, já um pouco hoje e certamente no futuro, não haverá suportes físicos para levar a informação. É preciso se adaptar de uma situação em que se distribuíam e vendiam objetos físicos até outra, em que se distribui e se vende informação na rede. É uma transição enorme, e é provável que muitas dessas companhias não sobrevivam à necessidade de sair de uma era em direção à outra. Há milênios, muitos dinossauros morreram numa transição parecida.
O senhor está dizendo, então, que os grupos de mídia são dinossauros?
Os grupos de mídia que não se adaptarem ao novo momento, em que as comunicações são completamente descentralizadas e mais distribuídas, serão dinossauros e vão morrer.
Mas o que vai substituir a maneira como consumimos notícias hoje?
Eu acho que as notícias serão consumidas através das redes sociais, como Twitter, Facebook ou Google+. A mídia social permite que você escolha suas fontes e ordene suas prioridades entre as fontes. Você pode personalizar a forma como vai receber as notícias. Será assim no futuro: o usuário terá a habilidade de priorizar as fontes e os temas e escolher deliberadamente o que ele quer saber. Será uma atividade que a próxima geração já vai aprender a fazer nas escolas.
Alguns críticos, porém, costumam dizer que as ferramentas de internet que temos hoje não permitem um acesso democrático à informação. O Google, por exemplo, cria um ranking de resultados que de certa forma guia sua busca...
Espera um pouco. Você não pode acusar o Google de não ser democrático. O Google não é um governo, é uma empresa. Ele lhe oferece um serviço, e ele vende anúncios que serão vistos pelo usuário para se manter. Essa discussão não passa por democracia. O que eu posso dizer é que o ranking formado pelos algoritmos do Google é bastante primitivo. São mínimas as possibilidades de personalização de seu ranking. No futuro, especialmente graças a meu IEML (risos), todos poderão ser capazes de organizar sua própria ferramenta de busca de acordo com suas prioridades. Hoje, o Google praticamente oferece um mesmo serviço para qualquer tipo de pessoa.
Em que ponto estão as pesquisas do IEML?
Eu publiquei neste ano o primeiro volume, "La sphère sémantique", e agora estou trabalhando no segundo volume. O volume 1 é sobre a origem filosófica e semântica da linguagem. Já o volume 2 vai trazer um dicionário e explicar como utilizá-lo. Deve ser lançado no ano que vem. É um projeto longo, não dá para esperar ferramentas práticas nos próximos meses, mas espero que nos próximos cinco anos possamos ver algumas aplicações.
Que aplicações o senhor espera?
O argumento principal é o da interpretação coletiva da web. É difícil dizer exatamente que tipo de aplicação. A ideia é dar às comunidades uma representação científica de seu próprio processo de comunicação. Ele poderá se assemelhar a um grande circuito de conceitos, onde você observa a circulação de emoções e atenções. Isso poderá ser utilizado para marketing, educação, comunicação e pesquisa, por exemplo. Será uma nova forma de representar a relação entre conceito e ideias na internet. O sistema de escrita que usamos hoje na web é desenhado para mídia estática. Nós ainda temos que desenvolver sistemas simbólicos de escrita que sejam capazes de explorar todas as capacidades de um computador.
O senhor usa bastante as redes sociais?
Sim, estou no Twitter, no Facebook, no Google+ e em muitas outras. Mas não recomendo isso para ninguém, é preciso muito tempo para acompanhar tudo. Eu estou em tantas redes porque é meu trabalho, preciso saber do que estou tratando. Entre todas, o Twitter é a de que mais gosto, porque ele é prático e rápido para receber e procurar informações.
Quanto tempo por dia o senhor passa conectado?
Eu fico praticamente o tempo todo conectado. Consulto enciclopédias e dicionários na internet. Ouço rádios on-line. Acho que só não estou conectado quando estou dormindo. Mas, em relação a trocar e-mails e mensagens através de redes sociais, passo de uma a duas horas por dia nessas atividades. E não assisto a TVs nem leio jornais em papel. Só leio notícias na internet.
E livros em papel?
Eu tenho um tablet, mas estou velho e ainda prefiro ler livros no papel. Certamente, no futuro, a grande maioria dos livros será lida nos tablets ou em periféricos como o Kindle, muito pela possibilidade de interatividade. Os livros passarão a ser escritos dessa forma, com esse objetivo.
No Rio, o senhor vai participar de uma mesa de debate com Gilberto Gil. O senhor conhece a obra dele?
Eu já me encontrei com o Gil pessoalmente. Ele é um grande músico, um grande artista. Mas, além disso, também é uma pessoa que tem um pensamento bastante instigante sobre as consequências da revolução da mídia e da cultura. Será bom debater com ele.
Fonte: O Globo

 

Programação Oficial do I Encontro Pernambucano do Livro Infantil e Juvenil

Literatura Infantil e Juvenil de Pernambuco para o mundo 

    Notícias sobre a Literatura Infantil e Juvenil em Pernambuco, escritores e ilustradores locais, eventos e demais informações relacionadas à temática, de interesse para aficcionados e para o público em geral.

     Um dos motivos para que este blog viesse ao ar foi o de, além de apresentar e difundir o trabalho de vários criadores de LIJ em Pernambuco, preparar as bases para a realização do I Encontro Pernambucano do Livro Infantil e Juvenil, ainda neste ano de 2011, que esperamos seja exitoso e ganhe edições anuais. Há um grande número de talentosos criadores de LIJ em Pernambuco, que precisam se conhecer mais e melhor, unir forças e trabalhar em coletivo. Assim, além de convidá-los a colaborar com materiais para este espaço virtual, os convidamos a tomar parte neste projeto mais amplo que, sem dúvida, será um marco para o setor em nosso estado. Abraços a todos, Telma Brilhante e Antonio Nunes (Tonton) - Coordenadores do projeto. Contamos com vocês!

  Maiores informações pelo site http://lij-pe.blogspot.com/


Escola de Gestores abre inscrições

    
      Encontram-se abertas até o próximo dia 26, as inscrições para os cursos de Especialização em Gestão Escolar, Especialização em Coordenação Pedagógica e Aperfeiçoamento em Gestão Escolar, para o biênio 2012/2013. Trata-se da terceira turma do curso de gestão, da segunda turma do curso de especialização e da primeira referente ao curso de aperfeiçoamento em gestão escolar.

       Os cursos serão realizados na modalidade a distância e o número de vagas deverá ser definido de acordo com a demanda. Todo o procedimento de inscrição será feito através do portal do Ministério da Educação. Os profissionais que estejam exercendo a função de gestor escolar ou coordenador de escola da educação básica devem se dirigir à secretaria de educação de sua cidade ou à SEC/PB para obter mais informações.

       O processo seletivo será realizado ainda este ano e a expectativa é de que as aulas se iniciem no início de 2012. Os cursos têm o objetivo de melhorar a qualidade da gestão e a prática escolar nas escolas da rede pública, especialmente nas que possuem baixo IDEB - Índice de Desenvolvimento da Educação Básica.

     A sua realização é de responsabilidade do MEC, em parceria com a Universidade Federal da Paraíba - UFPB (que sediará as atividades e fornecerá a equipe de professores e mediadores a distância), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME e da Secretaria de Educação do Estado da Paraíba / SEC-PB.

    O Programa Nacional Escola de Gestores da Educação Básica Pública faz parte das ações do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e surgiu da necessidade de se construir processos de gestão escolar compatíveis com a proposta e a concepção da qualidade social da educação, baseada nos princípios da moderna administração pública e de modelos avançados de gerenciamento de instituições públicas de ensino, buscando assim, qualificar os gestores das escolas da educação básica pública, a partir do oferecimento de cursos de formação a distância.

     A formação dos gestores é feita por uma rede de universidades públicas, parceiras do MEC e como resultado dessa iniciativa, o Ministério espera a melhoria dos índices educacionais das escolas e municípios atendidos.

    Mais informações com o professor Éder da Silva Dantas do Departamento de Psicopedagogia do Centro de Educação (CE) da UFPB; pelo telefone (83) 3216-7481 (Escola de Gestores); ou no endereço: http://www.pb1.com.br/blog/eder-dantas/ 

INFORMAÇÃO E GLOBALIZAÇÃO NA ERA DO CONHECIMENTO


Bem para os profissionais da informação estou colocando um link do Livro Informação e Globalização na era do Conhecimento, é interessante
http://www.uff.br/ppgci/editais/saritalivro

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Vagas para bibliotecária

Bibliotecário: Empresa de Pequeno porte - São Paulo, SP

Atuar na catalogação e classificação de documentos, digitalização, gerenciamento da biblioteca jurídica, suporte em pesquisas e demais rotinas pertinentes ...

Assistente Administrativo Pesquisa Clinica: São Paulo, SP

local efetiva;Impelentação e Gerenciamento de Processos• Arquivista e Bibliotecária da área de Pesquisa Clínica, responsável por gerenciar a adequada manutenção...


 Fonte: Indeed

IV Jornada de Análise do discurso (set/2010)


Jornada de Análise do discurso
Leitura(s) no Discurso e na Ciência da Informação

 
      O termo leitura é poroso a múltiplas significações já que tem sido mobilizado por diferentes áreas do conhecimento. No campo das ciências da linguagem e da informação, há também muitos modos de atribuição de sentidos a ele: decodificação de mensagem, identificação de conteúdo, compreensão de letras e palavras, ferramenta pedagógica necessária, transmissão de conhecimento, recuperação de dados, condensação da informação dentre outros. Considerando esse imenso leque e buscando uma borda que ao menos possa torná-lo menos fluído, entendemos leitura como discurso, ou seja, como gesto datado sócio-historicamente a ser empreendido por um sujeito em uma dada posição. E essa posição de compreender os sentidos como migrantes, o sujeito em sua errância e o discurso como tessitura do por-vir nos causa a tomar a palavra e organizar essa reunião científica, em que convidamos a dizer pesquisadores, que há anos têm se debruçado sobre esse tema em seus enfrentamentos de teoria e análise e com os quais mantemos uma relação de cumplicidade e transferência de saber.
      A IV Jornada de Análise do Discurso Leitura(s) no discurso e na Ciência da Informação marca um efeito de continuidade com o que já produzimos em edições anteriores de nossos eventos, ocasiões em que investimos atenção nos termos discurso, memória e arquivo, e agora avança na direção de produzir indagações e esboçar gestos de leitura sobre a contemporaneidade. Os mini-cursos e as conferências indiciam esse desejo de leituras no plural, o que implica o sujeito em seus movimentos e convoca a inscrição de singularidades.
    Para maiores informações acesse o site http://dcm.ffclrp.usp.br/jornadaad/?pagina=jad-index-pt

sábado, 13 de agosto de 2011

Seleção Pública Simplificada em PE

Abrir Seleção Pública Simplificada para a contratação temporária de
6.492 (seis mil, quatrocentos e noventa e dois) Profissionais para atuarem na Rede Estadual de Ensino http://www1.educacao.pe.gov.br/Download/SPS/Edital.pdf, para maiores informação.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Palestra: Aproximações entre justiça, verdade e memória, em torno da obra “O Leitor”

Zarinha Centro de Cultura,
O Projeto LITERATURA&DIREITO receberá o professor Gustavo Rabay (UFPB), para a palestra:  “Aproximações entre justiça, verdade e memória: em torno da obra O Leitor, de Bernhard Schlink”.
A leitura da obra refletirá sobre justiça, culpa, responsabilidade e o direito à memória. O tema central do livro remete a uma questão contemporânea enfrentada por nós brasileiros: o direito de saber a verdade sobre os anos da ditadura militar. Na esteira de acontecimentos banais à época da 2ª Guerra, o autor costura uma história em que o amor e a culpa ostentam uma dimensão humana raras vezes vista na literatura, desembocando em conflituosa consciência do que representam a verdade e o sentimento de justiça.
 
 
Eu tinha sido espectador e, de repente, me tornava um envolvido, um participante e um membro do júri.  Não tinha procurado nem escolhido este novo papel, mas tinha de exercê-lo, querendo ou não, fazendo alguma coisa ou me comportando de modo completamente passivo“  (Schlink, O Leitor).

Sobre o palestrante: Prof. Gustavo Rabay
Doutor em Direito, Estado e Constituição pela da Universidade de Brasília (UNB, 2010). Mestre em Direito Público pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE, 2002). Professor do Centro de Ciências Jurídicas da Universidade Federal da Paraíba (CCJ-UFPB), onde também exerce a função de Assessor de Pesquisa junto à Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPG).

Serviço:
Local: Zarinha Centro de Cultura
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 20,00 (estudante)
Data e hora: sábado, 13 de agosto
Início: 10h
Informações: 4009-1130


_____________________
ENTREVISTA com GUSTAVO RABAY sobre a Palestra Aproximações entre justiça, verdade e memória, em torno da obra “O Leitor”
Zarinha Centro de Cultura: Por que o senhor escolheu a obra O Leitor, de Bernhard Schilink?
Gustavo Rabay: O livro relata uma história de amor que tem lugar durante o período da Segunda Guerra Mundial. A narrativa nos conduz a participar de um vertiginoso julgamento de mulheres que foram guardas em campos de concentração nazistas e, assim, acusadas pelo genocídio de judeus. Culpa, responsabilidade, dever e direito à vida são temas francos à literatura e ao Direito. Imemoriais, são relatados no livro com grande maestria, pois o autor, o aclamado jurista Bernhard Schlink, deita reminiscências autobiográficas nas páginas dessa obra. O resultado é pungente. Em complemento, tive contato direto com o ambiente do autor e do livro, com especial ênfase ao período a que se reporta, durante uma instância de investigação em Berlin, na primavera de 2009.


Zarinha Centro de Cultura: De que trata a obra?
Gustavo Rabay: O tema do livro evoca grandes e profundos dilemas humanos e apesar de ser ambientado na Alemanha Pós-Guerra, as questões de fundo politico guardam estreita relação com o momento em que vivemos no Brasil, quando se debate a possibilidade de revisão do período em que estivemos sob o regime ditatorial e, logo após, com a reabertura democrática e a correlata anistia, como que num passe de mágica, deletamos todos os dramas humanos sofridos pelos brasileiros e mergulhamos no esquecimento de nossa própria história recente.
Agora, décadas após a nova democracia constitucional ter se estabelecido, é que suscitamos a possibilidade de resgatar a verdade sobre o que ocorreu no regime de exceção, sob os auspícios de uma nova consciência acerca do Direito à Memória.


Zarinha Centro de Cultura: O que o senhor acha que o público vai aprender com sua apresentação?
Gustavo Rabay: A querela jurídica é apenas o pretexto para reflexões de alta indagação sobre a natureza humana, o valor do amor e do amanhã, o sentido da história, a alienação, sobremaneira a quota de culpa do povo alemão no holocausto e a ressignificação conflituosa de tudo isso pelas novas gerações. Há também uma densa preocupação em tratar sobre temas complexos como o dever moral de agir diante de uma injustiça, com uma expressividade raras vezes encontradas na literatura e mesmo na realidade dos tribunais.
Como já mencionei, o autor é profundo conhecedor da história alemã e do Direito, pois vivenciou o período de perto, como se depreende dos traços biográficos da narrativa. Schlink foi professor catedrático na prestigiosa Universidade Humboldt, de Berlin e, também juiz do Tribunal Constitucional da Renânia Sentrional-Vestefália. Além de ter escrito importantes contribuições para a Dogmática dos Direitos Fundamentais e do Direito do Estado, em parceira com Bodo Pieroth, é autor de outras obras literárias de grande sucesso na Europa. O Leitor ficou em primeiro lugar na lista de Best Sellers da New York Times por semanas e recebeu diversos prêmios literários internacionais, sendo traduzido para mais de quarenta idiomas.


Zarinha Centro de Cultura: Qual a importância desse evento Literatura & Direito?
Gustavo Rabay: Como professor de Hermenêutica Jurídica e Introdução ao Estudo do Direito da UFPB, vislumbro nesse Projeto do Zarinha Centro de Cultura uma inestimável contribuição para os atores jurídicos e para o público em geral, sobretudo nesse momento em que o Direito passa a ocupar a centralidade dos dilemas sociais, como um redentor místico dos conflitos humanos. Ao mesmo tempo, a literatura e a arte terminam por sofrer um desprestígio face à invasão de novas atitudes comunicacionais de massa, sob os influxos das novas mídias e da alienação promovida pela vida digital, em que as redes sociais substituem as verdadeiras relações humanas. A junção do poder e do fascínio simbólicos que a área jurídica vem exercendo com a riqueza e a magnitude da literatura e das artes em geral pode promover o resgate da subjetividade e da essência dos valores vitais que devem nortear uma sociedade livre, equilibrada e, sobretudo, solidária.
Tenho lido muito sobre Direito, Psicanálise e Literatura Fantástica para concordar com Freud de que a interpretação demanda profundas resignificações para tornar a vida mais desfrutável; Aliás, foi o próprio Freud que enunciou a necessidade de interpretarmos sonhos que nunca foram sonhados… A leitura demanda procedimentos hermenêuticos de construção de novas significações e sentidos, possibilitando pensar o “novo” e descortinar, nas tramas e enredos da vida, soluções antes inimagináveis para o mundo.
Por tal, o Projeto Literatura & Direito é cerca de nada menos que imprescindível. Como ex-aluno de Zarinha, fico imensamente feliz em poder contribuir com essa iniciativa.

Fonte: Gustavo Rabay