sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Inscrições Abertas - Cursos à distância FEBAB

Para informações acessar www.febab.org.br  ir em Cursos EAD e clicar no curso desejado para efetuar a inscrição
FEBAB- FONE 11-3257-9979 - E-MAIL: secretaria@febab.org.br
 
Pesquisas Acadêmicas na WEB
Profa. Suely de Brito Clemente Soares
Data: 01 de setembro a 31 de outubro de 2011
Carga Horária: 60 Horas
Inscrições on-line: Abertas
Investimento: parcela única de R$ 350,00 para sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB | parcela única de R$450,00 para não sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB
*Observação: Recibos e carteiras de sindicatos e CRBs não comprovam a participação como sócio de Associações de Bibliotecários.
Aceitamos também inscrições por empenho Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições - FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo - SP
Público alvo: bibliotecários, pesquisadores, graduandos e pós-graduandos.
Ementa: A pesquisa na literatura técnico-científica.  O QUÊ , COMO e ONDE recuperar todo tipo de literatura acadêmica na web.   Etapas que antecedem a pesquisa acadêmica propriamente dita, em qualquer base de dados: 1) a elaboração do perfil de interesse do pesquisador (estratégia de busca com todas as palavras-chave e seus cruzamentos, em pelo menos duas línguas); 2) saber a melhor maneira de se "perguntar" aos sistemas de busca acadêmicos, para que os resultados sejam mais precisos e 3) escolher onde pesquisar na diversidade de fontes, de acesso gratuito ou não, que estão disponíveis em diferentes interfaces de busca, em constantes mudanças, e que recuperam produtos em diferentes formatos.
Objetivo: Fornecer aos participantes todos os conceitos fundamentais e a prática (orientada e individualizada) que necessitam para que consigam, de forma autônoma, recuperar na web todas as informações e/ou documentos necessários para o desenvolvimento de suas pesquisas acadêmicas, especialmente as que estiverem em andamento.
Metodologia: A metodologia adotada tem um enfoque teórico-prático e visa  a capacitar o participante a construir e manter atualizado seu perfil de interesse (O QUÊ), estruturar sua estratégia de busca (COMO) e escolher as melhores fontes de informação de acordo com seu tema de pesquisa (ONDE). A cada conceito teórico serão atribuídas atividades passíveis de avaliação. Receberão certificado os alunos que desenvolverem 100% das atividades propostas. Para isto contarão com toda assessoria necessária da professora e animador(es).
Pré-Requisitos: é desejável que o participante utilize conexão internet banda larga e dedique-se por 30 horas durante o período do curso, no horário que preferir. É desnecessário ter conhecimento prévio de EaD.
CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

1 O quê pesquisar?
1.1. Apresentação deste tópico
1.2 Perfil de interesse
1.3. Dado - informação

2 Como pesquisar 
2.1 Apresentação deste tópico
2.2 Navegar sem naufragar: estratégia de busca
2.3 Operadores Boleanos AND or NOT e Truncagem * $ ?
2.4 Outros tipos de busca

3 Onde pesquisar?
3.1 Apresentação deste tópico
3.2 Bibliotecas e Pesquisadores Híbridos
3.3 Buscadores e Metabuscadores NÃO acadêmicos
3.4 Buscadores e Metabuscadores acadêmicos
3.5 Bases de dados referenciais
3.6 Bases de dados de fontes
3.7 Ligações (links, enlaces) entre as bases de dados

 

Bibliotecas Universitárias: Avaliação do MEC
Profa. Mírian Q. Rocha
Data: 05 de setembro a 14 de outubro de 2011
Carga Horária: 40 Horas
Inscrições on-line: Abertas
Investimento: Parcela única de R$ 350,00 para sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB | parcela única de R$ 450,00 para não sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB.
*Observação: Recibos e carteiras de sindicatos e CRBs não comprovam a participação como sócio de Associações de Bibliotecários.Aceitamos inscrições por empenho. Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo - SP

Apresentação do curso

O curso consolida uma visão transformadora da atuação do profissional bibliotecário nas instituições do ensino superior. A averiguação da atuação da biblioteca universitária é um item relevante no processo avaliativo e na atribuição dos conceitos da IES pelo MEC.
Um processo de regulação do ensino superior – credenciamento e recredenciamento institucional, autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos – é constituído por várias etapas, que devem ser estudadas pelo bibliotecário com cautela, garantindo o sucesso da avaliação.
Sendo assim, como agente na disseminação da informação, a prática do bibliotecário nos processos de regulação do ensino superior não deve estar limitada ao preenchimento de formulários ou na sua participação durante a visita in loco. Até porque, a referida visita consiste, exatamente, na última fase do processo, momento em que os avaliadores vêm confrontar a situação atual, junto aos dados fornecidos nas etapas anteriores, postados em sistema eletrônico.
Com base nessa premissa, aos bibliotecários gestores, o curso contribui no planejamento e gerenciamento da biblioteca. A análise da legislação vigente, a leitura e o estudo dos instrumentos deve ser um dos referenciais para gerir o setor com segurança e tranquilidade.
As experiências que serão partilhadas entre os bibliotecários de instituições diversas enriquecerão o curso, na medida em que possibilitam a reflexão das situações vivenciadas no cotidiano.
Ementa do curso
Regulação do ensino superior privado (MEC) e a biblioteca universitária: legislação, diretrizes, instrumentos de avaliação, preenchimento de formulário eletrônico e visita in loco pelos avaliadores do MEC. A biblioteca e sua contextualização nos documentos institucionais: a) Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); b) Projetos Pedagógicos de Cursos (PPC); c) Autoavaliação.
Objetivo
Contribuir para que os profissionais, atuantes em bibliotecas universitárias, trabalhem com autonomia e segurança no que diz respeito aos processos avaliativos do MEC.
Público-alvo: Bibliotecários de instituições de ensino superior privado (faculdades, centros universitários e universidades)
Conteúdo programático
1 Regulação do ensino superior privado (faculdades, centros universitários e universidades)
1.1 Credenciamento institucional
1.2 Recredenciamento institucional
1.3 Autorização de cursos
1.4 Reconhecimento de cursos
1.5 Renovação de reconhecimento de cursos
2 Biblioteca e sua “aparição” nos documentos institucionais
2.1 Plano de desenvolvimento institucional (PDI)
2.2 Projeto pedagógico de curso (PPC)
2.3 Projeto pedagógico institucional (PPI)
2.4 Relatório de autoavaliação (CPA)
3 Biblioteca e a avaliação do MEC
3.1 Preenchimento dos formulários eletrônicos (FE)
3.2 Cruzamento de informações (E-mec, censo, cadastros etc.)
4 Visita in loco
4.1 Cronogramas da avaliação institucional
4.2 Capacitação da equipe da biblioteca
4.3 Organização e harmonia do ambiente
4.4 Documentos a disponibilizar
4.5 Avaliadores
4.6 Agendamento e cronograma de atividades
4.7 Recepção e momento da visita
5 Resultados da avaliação
5.1 Relatório preliminar
5.2 Diligências
5.3 Resultado final: nota
Metodologia
Leitura, análise e interpretação de documentos, considerando o perfil de interesse (faculdades, centros universitários ou universidades). Elaboração de textos (simulação de preenchimento de formulário eletrônico). Atividades adicionais que possibilitem a avaliação do grupo.
 
Gestão de Pessoas e o impacto nos resultados
Profª Rejane Gontow
Data: 08 de setembro a 07 de novembro de 2011
Carga Horária: 80 Horas
Inscrições on-line: Abertas
Investimento Parcela única de R$ 350,00 (somente p/sócios das Associações membros da FEBAB - e R$ 450,00 (não associados).
*Observação: Recibos e carteiras de sindicatos e CRBs não comprovam a participação como sócio de Associações de Bibliotecários.
Aceitamos também inscrições por empenho
Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições - FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo - SP , juntamente com a ficha de inscrição preenchida.
Apresentação: O advento da era da competitividade vem exigindo um novo papel da Gestão de Pessoas, com um caráter mais estratégico.
Muito foi investido em treinamentos técnicos e empresariais. No entanto, percebe-se que os resultados são insatisfatórios, pouco expressivos no que diz respeito à efetividade da implantação dos processos de mudança de atitude e comportamento, em geral.

Uma abordagem diferenciada de treinamento, portanto, é necessária – muito mais efetiva, assertiva e também muito mais mobilizadora, uma vez que as informações são repassadas, mas não são adequadamente absorvidas e implementadas pelos colaboradores, muito provavelmente por que não se sentem comprometidos com a empresa e seus resultados.

Torna-se de fato cada dia mais evidente, a necessidade de programas de capacitação contínua com foco em Competências Comportamentais, visando obter o engajamento e o comprometimento dos colaboradores e um pensar sistemático sobre o impacto de suas decisões no desempenho da organização.
Justificativa: As organizações tendem a operar em um ambiente cada vez mais ‘co-opetivo’ (competitivo e cooperativo), global e multicultural no qual a força de trabalho muda constantemente e o cenário de avanços tecnológicos apresenta-se cada vez mais acirrado.

Além disso, as organizações começam a apresentar demandas de conhecimentos diferenciados para o atingimento dos resultados desejados, o que exige a formação de equipes formadas por pessoas que se complementam, com diferentes competências técnicas e comportamentais.
Um dos impactos mais expressivos dessas mudanças no ambiente das organizações, é o aumento do nível de qualificação e de conhecimento que passou a ser exigido dos profissionais, com implicações diretas nos modelos de gestão de pessoas.

Um maior comprometimento e dedicação dos colaboradores com os resultados a serem alcançados pela organização como um todo, também é exigência deste novo contexto, o que só é possível quando se tem competência para uma interação e contribuição mais ampla – competências comportamentais bem desenvolvidas e crenças e valores construtivos e saudáveis. Os colaboradores se identificam com os objetivos da empresa e passam a sentir orgulho por pertencer, fazer parte dela.

As organizações passaram a dar mais valor às pessoas e ao resultado que elas geram, quando trabalham juntas.
As pessoas precisam, portanto, estar mais comprometidas umas com as outras, com a qualidade dos relacionamentos e com os resultados das organizações para garantir sua empregabilidade.

Objetivos: Despertar o melhor das pessoas para o trabalho em equipe e para o relacionamento interpessoal, preparando o profissional – colaboradores e não funcionários, para o mercado de trabalho;

• Estimular a cooperação e o compartilhamento de conhecimento de uma maneira mais participativa, com o propósito de contribuir com os resultados da organização como um todo, não só com sua área de atuação;

• Desenvolver a capacidade de liderança e de administrar conflitos; e

• Incentivar comportamentos assertivos, quanto à expressão de sentimentos, opiniões e críticas.
Público-alvo: Profissionais de Informação (Bibliotecários, Documentalistas, Arquivistas, Cientistas da Informação, entre outros) e interessados em Gestão de Pessoas.

Conteúdo Programático

1 Gestão de Pessoas
1.1 As pessoas fazem a diferença
1.2 Modelo de Gestão de Pessoas
2 Gestão por Engajamento
2.1 Engajamento e seu Impacto no Resultado
2.2 A Era do Conhecimento e a Concentração nas Competências
2.3 Autoconhecimento
2.4 O Trabalho em Equipe
2.5 Cooperação
2.6 Ambiente Saudável e Engajamento
3 Liderança
3.1 O líder catalisador de talentos
3.2 A Importância do Saber Ouvir
3.3 Comunicação: Verbal e Não Verbal
3.4 Comprometimento
3.5 Aprendizagem continuada
4 Gestão de Mudança
4.1 Resistência à Mudança
5 Interações na Web 2.0
5.1 Redes Sociais
6 Negociação
6.1 Negociação e Conflitos
7 Clima e Cultura Organizacional
7.1. A Identidade Organizacional

BIBLIOMETRIA: ASPECTOS CONCEITUAIS PARA INICIANTES
Profa. Dra. Telma de Carvalho
Data: 12 de setembro a 21 de outubro de 2011
Carga horária: 30 horas

Inscrições on-line: Abertas
Investimento: parcela única de R$ 350,00 para sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB | parcela única de R$ 450,00 para não sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB

*Observação: Recibos e carteiras de sindicatos e CRBs não comprovam a participação como sócio de Associações de Bibliotecários.

Aceitamos inscrições por empenho

Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo - SP

Apresentação do curso

O curso consolida uma visão transformadora da atuação do profissional bibliotecário nas instituições do ensino superior e/ou centros de pesquisa. A averiguação da atuação da biblioteca é um item relevante no processo avaliativo pelo fornecimento das informações referentes aos pesquisadores e às próprias instituições de origem.

Um processo de avaliação da organização e de seus pesquisadores é constituído por várias etapas, dentre elas a verificação da produtividade científica.
Sendo assim, como agente na disseminação da informação, a prática do bibliotecário nos processos avaliativos deve ser valorizada e estimulada, uma vez que ele possui habilidades específicas para trabalhar com as informações extraídas das bases de dados que fornecem material para subsidiar as avaliações bibliométricas.

Ementa do curso
Proporcionar conhecimentos teóricos e práticos sobre a importância da medição da ciência, valendo-se dos conceitos de bibliometria, cientometria, informetria, webometria voltados à avaliação da produção científica e às revistas utilizadas para a disseminação e a divulgação do conhecimento científico, de modo a compreender a relação entre qualidade, visibilidade e usabilidade da produção científica. Discutir aspectos relacionados aos critérios estabelecidos pelos bancos de dados para indexação de revistas científicas.

Objetivos
Embasar os participantes nos princípios da utilização de análises bibliométricas e cientométricas para avaliação de produtividade científica. Intensificar o conhecimento sobre a necessidade de adoção de critérios para melhoria da qualidade das revistas científicas brasileiras. Apresentar o processo de indexação em bases/bancos de dados renomados.

Público-alvo:
Bibliotecários, editores de periódicos, docentes, alunos e pesquisadores da comunidade universitária e interessados em geral.



Conteúdo programático
1. Os conceitos e as Leis Bibliométricas
2. A bibliometria no contexto da análise da produção científica
3. A avaliação de qualidade das revistas científicas brasileiras
4. Indexação de revistas em bases e bancos de dados e análise bibliométrica/cientométrica
5. O sistema Qualis de classificação de revistas




Fluência Linguística – Inglês
Profa. Terry Rocha
Data: 05 de março a 22 de junho de 2012
Carga Horária: 60 Horas
Inscrições on-line: Abertas
Investimento: parcela única de R$ 350,00 para sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB | parcela única de R$ 450,00 para não sócios das Associações de Bibliotecários membros da FEBAB
*Observação: Recibos e carteiras de sindicatos e CRBs não comprovam a participação como sócio de Associações de Bibliotecários.
Aceitamos inscrições por empenho
Encaminhar o empenho via fax 11 3257-9979 em nome da Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas da Informação e Instituições – FEBAB
CNPJ: 44.075.687/0001-08 Inscrição Estadual: 149.329.902.110 Rua Avanhandava, 40 Conjs. 108/110 Bela Vista 01306-000 São Paulo - SP
Apresentação do curso
O aprendizado da língua inglesa é de essencial importância na sociedade contemporânea, visto que a era digital nos leva a percorrer distâncias jamais sonhadas em outras épocas. Hoje, podemos estar cientes dos acontecimentos mundiais no exato momento em que eles estão acontecendo. Os profissionais que não dominam o idioma inglês estão restritos a um número significativamente pequeno de oportunidades no mercado de trabalho, quando os comparamos com os demais.
Na área da Biblioteconomia e Ciência da Informação, por exemplo, é de suma importância que o bibliotecário/profissional de informação domine outro idioma, no caso o inglês, por ser a língua usada internacionalmente.  A fluência linguística proporcionará ao profissional um maior desempenho quando o mesmo se deparar com as seguintes situações:
- Receber, cumprimentar, apresentar e estabelecer uma comunicação produtiva com clientes estrangeiros.
- Efetuar o atendimento aos clientes por meio de telefone de maneira eficaz, fazendo e recebendo ligações.
- Apresentar clara e seguramente o serviço ou produto oferecido aos clientes.
- Participar de reuniões e de tomadas de decisões que envolvem o contexto globalizado da economia informacional, de forma ativa, interrompendo, interrogando, questionando, discordando, concordando de maneira ética e profissional, de forma clara e objetiva.
- Ler, interpretar e escrever cartas, e-mails, contratos, manuais técnicos, e todo tipo de troca de correspondência que utiliza no seu cotidiano.

Ementa do curso
Noções de inglês básico: gramática e redação.
Fluência básica na língua inglesa e sua aplicação ao cotidiano das bibliotecas/sistemas de informação.
Objetivo
Proporcionar o domínio do inglês aos profissionais que atuam em bibliotecas/sistemas de informação, dotando-os da condição de mobilização global para a cidadania mundial.
Público-alvo: Profissionais da informação
Conteúdo programático
Unidade 1: Pronomes pessoais/verbo 'to be' no tempo presente
Unidade 2: Presente contínuo/adjetivos possessivos
Unidade 3: Caso possessivo/there + to be
Unidade 4: Presente simples
Unidade 5: Verbo 'to be' no tempo passado/passado contínuo
Unidade 6: Passado simples
Unidade 7: A diferença entre o passado simples e o passado contínuo/this/that/these/those
Unidade 8: Some/any/some/any/no + -body/-one/-thing/-where
Unidade 9: Every/all/everybody/everything etc.../a lot/much/many
Unidade 10: O plural dos substantivos/substantivos contáveis e incontáveis
Unidade 11: Comparativo e superlativo
Unidade 12: Voz passiva
Unidade 13: What...? Which...? How...? Who...?
Unidade 14: Presente perfeito (parte 1)
Unidade 15: Presente perfeito (parte 2)
Unidade 16: Presente perfeito x passado simples
Unidade 17: Futuro com 'be going to' e 'will'
Unidade 18: 'Phrasal verbs'
Unidade 19: Verbos modais
Unidade 20: 'Would like'/THE (nomes de lugares)
Unidade 21: Verbo + infinitivo/gerúndio
Unidade 22: Preposições de tempo (AT/ON/IN)
Unidade 23: Preposições de lugar
Unidade 24: Pronomes objetivos
Unidade 25: A/an e the
Unidade 26: Pronomes relativos
Unidade 27: Still/yet/tToo/enough
Unidade 28: Pronomes reflexivos
Unidade 29: Get
Unidade 30: Advérbios

Base conceitual
O curso foi elaborado a partir de referenciais teóricos e práticos internacionalmente reconhecidos e divulgados a partir da IFLA e da UNESCO e das necessidades do mercado de trabalho em contexto nacional, sob o enfoque da globalização e de uma economia informacional.
 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

XIX Encontro de Iniciação Científica da UFPB "Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenções de Riscos"

     A Universidade Federal da Paraíba realizará em outubro próximo o XIX Encontro de Iniciação Científica da UFPB  com o tema "Mudanças Climáticas, Desastres Naturais e Prevenções de Riscos" De 17 a 21 de outubro em João Pessoa, no CCJ (Centro de Ciências Jurídicas) e de 25 a 27 de outubro em Areia, no CCA (Centro de Ciências Agrárias). As inscrições estarão abertas até o dia 31/08/2011, que também é o prazo para submissão do Relatório Final dos Alunos/Bolsistas de IC.
   Tanto a inscrição no ENIC quanto o envio do relatório final são feitos pelo orientador, nos respectivos sistemas:Increver-se no XIX ENIC: www.prpg.ufpb.br/pibic (Pedimos aos alunos e professores que atualizem seus dados no sistema para que sejam evitados erros na publicação dos Anais do Evento).

Fonte:http://www.prpg.ufpb.br/portal

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

PROGEP inscreve para Gestão Educacional

A Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas (PROGEP) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), por meio da Divisão de Educação e Capacitação Profissional (DECP), inscreve desta segunda-feira (22) até 2 de setembro, no horário das 8h às 12h e das 14h às 17h, para o Curso de Especialização em Gestão Educacional.
As inscrições serão realizadas no ambiente 14 – Escola de Gestores – Centro de Educação (CE) – Campus de João Pessoa, quando deverá ser apresentada a ficha de inscrição disponível no site www.ufpb.br/progep/cedesp e demais documentos exigidos, conforme Edital nº 03 da PROGEP.
O curso, que faz parte do Plano de Capacitação 2011, será realizado pelo Departamento de Habilitações Pedagógicas (DHP) do Centro de Educação (CE) com o apoio da PROGEP e vai capacitar os servidores técnico-administrativos da UFPB.
O Departamento de Habilitações Pedagógicas vai capacitar 60 servidores técnico-administrativos no Curso de Especialização em Gestão Educacional que tem como objetivo proporcionar conhecimentos teórico-práticos referentes ao planejamento, coordenação e controle de programas e projetos de ensino superior aos servidores técnico-administrativos da UFPB e faz parte do programa de capacitação de servidores da PROGEP.
Com carga-horária de 405 horas distribuídas em 10 disciplinas, o curso de Especialização em Gestão Educacional será realizado pela metodologia da educação a distância com encontros presenciais.
O curso terá início no dia 07 de outubro de 2011 e término previsto para 26 de novembro de 2012 - sempre nas primeiras sextas-feiras de cada mês, nos turnos da manhã e tarde.
Mais informações pelos telefones 3216-7696 ou pelo site www.ufpb.br/progep/cedesp.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Curso de Indexação II

A Associação Profissional de Bibliotecários de Pernambuco – APBPE promove o Curso: INDEXAÇÃO II
 
Dias: 17/09 e 24/09
Horário:  das  8h às 12h das 13h às 17h
Carga Horária: 16h/aula
Local: FCAP/UPE  - Bloco B - 1º andar
Público Alvo: Bibliotecários e estudantes de Biblioteconomia e Gestão da Informação
 
Instrutor: Fabio Assis Pinho
 
OBJETIVOS: Será necessário identificar no contexto da Análise Documental a importância do tratamento temático da informação, em especial a indexação, através de fundamentos teóricos e de dinâmicas de grupo.
 
CONTEÚDO: Análise Documental: conceito e etapas. Indexação: conceito, caracterização e princípios. Índices.
 
PROCEDIMENTOS: A partir da explanação e discussão do conteúdo que se realizará durante 8 horas aproximadamente, o desempenho será satisfatório se, após o tempo previsto, houver compreensão por parte do público-alvo.
 
APRESENTAÇÃO: O facilitador iniciará a explanação do assunto através de equipamentos de projeção, fazendo comentários e exemplificando as etapas na medida do possível. Comunica, verbalmente, o objetivo pretendido.
 
DESENVOLVIMENTO: O facilitador observará e provocará manifestações de entrosamento através da participação por meio de opiniões e/ou experiências.
 
INTEGRAÇÃO: Poderá haver socialização de opiniões e/ou experiências, onde o facilitador ouvirá e registrará os pontos essenciais para, posteriormente, proporcionar feedback.
 
INVESTIMENTO
Associados e estudantes R$ 120,00 ( em 2 x 60,00 com cheque)
Não sócio R$ 180,00 (não podemos dividir)
 
 
Informações pelo fone 81 – 3221 0635 no horário das 09h às 15h.


APBPE Gestão 2009 - 2011
Acessem o nosso site www.apbpe.org.br

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

COMPARAÇÃO NBR 14724:2011 COM NBR 14724:2005


 NBR 14724:2011”,  apresenta todas as alterações na norma, comparando-a com a anterior (a NBR 14724:2005). Para tornar   fácil a visualização o presente  quadro, frisa somente os elementos da norma anterior que sofreram alterações na norma atual. ( LOPES, 2011) 

  NBR 14724:2011
NBR 14724:2005
Estrutura do trabalho acadêmico
Parte externa:
·         Capa (obrigatório)
·         Lombada (opcional)
Parte interna:
·         Elementos pré-textuais
o   Folha de rosto (obrigatório)
o   Errata (opcional)
o   Folha de aprovação (obrigatório)
o   Dedicatória (opcional)
o   Agradecimentos (opcional)
o   Epígrafe (opcional)
o   Resumo na língua vernácula (obrigatório)
o   Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
o   Lista de ilustrações (opcional)
o   Lista de tabelas (opcional)
o   Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
o   Lista de símbolos (opcional)
o   Sumário (obrigatório
·         Elementos textuais
o   Introdução, desenvolvimento, conclusão. A nomenclatura destes elementos fica a critério do autor.
·         Elementos pós-textuais
o   Referências (obrigatório)
o   Glossário (opcional)
o   Apêndice (opcional)
o   Anexo (opcional)
o   Índice (opcional)

·         Elementos pré-textuais
o   Capa (obrigatório)
o   Lombada (opcional)
o   Folha de rosto (obrigatório)
o   Errata (opcional)
o   Folha de aprovação (obrigatório)
o   Dedicatória (opcional)
o   Agradecimentos (opcional)
o   Epígrafe (opcional)
o   Resumo na língua vernácula (obrigatório)
o   Resumo em língua estrangeira (obrigatório)
o   Lista de ilustrações (opcional)
o   Lista de tabelas (opcional)
o   Lista de abreviaturas e siglas (opcional)
o   Lista de símbolos (opcional)
o   Sumário (obrigatório
·         Elementos textuais
o   Introdução, desenvolvimento, conclusão. A nomenclatura destes elementos fica a critério do autor.
·         Elementos pós-textuais
o   Referências (obrigatório)
o   Glossário (opcional)
o   Apêndice (opcional)
o   Anexo (opcional)
o   Índice (opcional)

Capa
Composta de:
a)      nome da instituição (opcional);
b)      nome do autor;
c)       título;
d)      subtítulo, se houver; precedido de dois pontos.
e)      número de volumes  - quando houver mais de um, sendo que cada capa deve especificar seu volume
f)       local (cidade) da instituição.
Nota: no caso de cidades homônimas, recomenda-se o acréscimo da sigla do estado.
g)      ano de entrega
Composta de:
a)      nome da instituição (opcional);
b)      nome do autor;
c)       título;
d)      subtítulo, se houver;
e)      número de volumes  - quando houver mais de um, sendo que cada capa deve especificar seu volume
f)       local (cidade) da instituição
g)      ano de entrega
Epígrafe
Continua sendo elemento opcional, entretanto, deve ser elaborada conforme NBR 10520.
Elemento opcional.
Formato
Somente os elementos pré-textuais são digitados exclusivamente no anverso da folha, com exceção da ficha catalográfica que deve vir no verso da folha de rosto.
Recomenda-se que os elementos textuais e pós-textuais sejam digitados no anverso e verso das folhas.

Todo o texto é digitado no anverso das folhas, exceto a ficha catalográfica que é digitada no verso da folha de rosto.
Paginação
Quando o trabalho for digitado usando o anverso e verso das folhas, a numeração deve ser colocada, no caso do anverso, no canto superior direito e, no caso do verso, no canto superior esquerdo.
A numeração é colocada no canto superior direito da folha, a 2 cm da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha.
Indicativos de seção
Os títulos de seções primárias devem começar em página ímpar (anverso).
Os títulos das seções primárias devem começar em nova página.
Notas de rodapé
Devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 5 cm.
Devem ser separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda.
Margem
Para o anverso: esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.
Para o verso: direita e superior de 3 cm; esquerda e inferior de 2 cm.
Esquerda e superior de 3 cm; direita e inferior de 2 cm.


 

Chamada de Artigos para Revista Plenarium

A Coordenação da Revista  Plenarium da Faculdade de Timbaúba comunica que se encontra aberto o prazo para a entrega de artigos para publicação.
    Prazo  10 de agosto a 30 de setembro do corrente ano, deverá ser entre uma copia impressa e outra em cd-room, na Biblioteca da Faculdade de Timbaúba ou para o senguinte email bibliotecadetimbauba@yahoo.com.br.               
    Pedimos e solicitamos o inestimável apoio de todos, no sentido de divulgação  para maior amplidão desta presente chamada de artigos .
 
Atenciosamente, 
     Dr. Manoel Matusalém Sousa e Patricia de Freitas Ferreira

NORMAS PARA OS COLABORADORES REVISTA PLENARIUM

  1. O periódico REVISTA PLENARIUM é uma publicação semestral de trabalhos inéditos das áreas de ciências humanas, contábeis, econômica, pedagógica, administrativa.
  2. Os trabalhos enviados devem ser inéditos, embora não se requeira estrita originalidade requer-se apenas uma argumentação lógica e clara. Como também s devida referencia bibliográfica. O texto passará pela comissão editorial e não será feita modificação, muito menos publicação, sem prévio consentimento do autor.
  3. O trabalho a ser publicado deverá ser entregue em uma via acompanhado de Cd-Room, redigido no editor do texto “Word for Windows 6,0” ou versão mais avançada. Caracteres: Time New Roman, em corpo 12, espaçamento 1,5. Títulos e intertítulos como os utilizados nesta edição.
  4.  O trabalho deverá seguir as Normas da ABNT ou da APA, tanto na sua estrutura formal quanto no que diz respeito aos aspectos da elaboração do texto.
  5. Os trabalhos publicados são de inteira responsabilidade dos autores, incluindo idéias, princípios, ideologia etc.
  6. Cada autor receberá 05 exemplares do número em que publicar matéria de sua responsabilidade. Caso queira adquirir novos exemplares pagará R$ 7,00 por cada exemplar.
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terça-feira, 16 de agosto de 2011

Pierre Lévy no Rio, dia 25/08

Especialista em cibercultura, o francês Pierre Lévy critica intenção inglesa de controlar redes sociais e fala sobre o futuro dos livros

 

RIO - Há 20 anos, quando a maioria da população do mundo não tinha a menor ideia do que era a internet, o filósofo francês Pierre Lévy já estava de olho no futuro, com seus estudos sobre cibercultura e inteligência coletiva. Hoje, Lévy é uma referência, um estudioso cujas pesquisas ajudaram no desenvolvimento de ferramentas fundamentais para muitos de seus críticos do passado - entre eles, um bom número de jornalistas -, como a Wikipedia e as redes sociais.
Clleber Passus / Fronteiras do Pensamento - 14 de Agosto de 2007.  Foto Divulgação Atualmente morando no Canadá, onde leciona na Universidade de Ottawa, esse profeta digital está a caminho do Brasil, para participar, no dia 25, às 19h30m, de um debate ao lado de Gilberto Gil, sobre o tema "o poder das palavras na cibercultura", no Oi Futuro Flamengo. A mesa faz parte da programação do projeto Oi Cabeça e tentará responder à difícil questão sobre o espaço que a escrita ocupa na esfera digital.
Em entrevista por telefone ao GLOBO, Lévy falou do uso das redes sociais, do futuro das mídias tradicionais, de como o preconceito contra a internet foi sendo modificado ao longo do tempo e do trabalho para desenvolver a Information Economy Meta Language (IEML), uma nova linguagem para a web à qual ele vem se dedicando nos últimos anos.
Enquanto conversamos, o primeiro-ministro David Cameron sugere que a Inglaterra crie alguma forma de controle das redes sociais, a fim de evitar as manifestações vistas na semana passada. O que o senhor acha da ideia?PIERRE LÉVY: É uma sugestão bastante absurda. É a grande maioria da população inglesa que usa as redes sociais, e não apenas uma pequena quantidade de criminosos. Além disso, os criminosos usam as estradas, os telefones, qualquer forma de se encontrar ou de se comunicar. Não há nada específico que justifique responsabilizar as redes sociais. Sou contra qualquer tipo de censura na internet, tanto política quanto de opinião. E vale lembrar que a polícia também pode se utilizar das redes sociais para encontrar os criminosos. A mídia social pode ser uma ferramenta de combate ao crime como qualquer outra.
A intenção de Cameron lembra críticas feitas contra a cultura digital há quase 20 anos. Naquela época, em suas palestras, o senhor dizia que o preconceito das pessoas contra a cibercultura se assemelhava ao preconceito contra o rock'n'roll nos anos 1950 e 1960. Alguma coisa mudou?
PIERRE LÉVY: Sim, houve mudanças. Naquele tempo, as pessoas diziam que a internet era uma mídia fria, sem emoções, sem comunicação real. Mas hoje, com a mídia social, as pessoas compartilham músicas, imagens e vídeos. Há muitas emoções circulando nesses espaços de comunicação. O que acontecia antes era que as pessoas não sabiam do que estavam falando. O preconceito, na maioria das vezes, é gerado pela ignorância. Até mesmo com vocês, jornalistas, isso mudou. Eu lembro bem que naquela época os jornalistas tinham todo o tipo de preconceito com a comunicação digital, e hoje todos estão usando essas ferramentas.
Mas alguns grupos de entretenimento e mídia ainda tentam controlar e restringir as possibilidades da internet, sob o temor de perder rentabilidade que tinham com a venda de CDs, DVDs ou publicações impressas. O que o senhor acha que vai resultar desse embate?
PIERRE LÉVY: O problema principal é que, antes da internet, todas essas empresas vendiam informação através de suportes materiais. Só que, já um pouco hoje e certamente no futuro, não haverá suportes físicos para levar a informação. É preciso se adaptar de uma situação em que se distribuíam e vendiam objetos físicos até outra, em que se distribui e se vende informação na rede. É uma transição enorme, e é provável que muitas dessas companhias não sobrevivam à necessidade de sair de uma era em direção à outra. Há milênios, muitos dinossauros morreram numa transição parecida.
O senhor está dizendo, então, que os grupos de mídia são dinossauros?
Os grupos de mídia que não se adaptarem ao novo momento, em que as comunicações são completamente descentralizadas e mais distribuídas, serão dinossauros e vão morrer.
Mas o que vai substituir a maneira como consumimos notícias hoje?
Eu acho que as notícias serão consumidas através das redes sociais, como Twitter, Facebook ou Google+. A mídia social permite que você escolha suas fontes e ordene suas prioridades entre as fontes. Você pode personalizar a forma como vai receber as notícias. Será assim no futuro: o usuário terá a habilidade de priorizar as fontes e os temas e escolher deliberadamente o que ele quer saber. Será uma atividade que a próxima geração já vai aprender a fazer nas escolas.
Alguns críticos, porém, costumam dizer que as ferramentas de internet que temos hoje não permitem um acesso democrático à informação. O Google, por exemplo, cria um ranking de resultados que de certa forma guia sua busca...
Espera um pouco. Você não pode acusar o Google de não ser democrático. O Google não é um governo, é uma empresa. Ele lhe oferece um serviço, e ele vende anúncios que serão vistos pelo usuário para se manter. Essa discussão não passa por democracia. O que eu posso dizer é que o ranking formado pelos algoritmos do Google é bastante primitivo. São mínimas as possibilidades de personalização de seu ranking. No futuro, especialmente graças a meu IEML (risos), todos poderão ser capazes de organizar sua própria ferramenta de busca de acordo com suas prioridades. Hoje, o Google praticamente oferece um mesmo serviço para qualquer tipo de pessoa.
Em que ponto estão as pesquisas do IEML?
Eu publiquei neste ano o primeiro volume, "La sphère sémantique", e agora estou trabalhando no segundo volume. O volume 1 é sobre a origem filosófica e semântica da linguagem. Já o volume 2 vai trazer um dicionário e explicar como utilizá-lo. Deve ser lançado no ano que vem. É um projeto longo, não dá para esperar ferramentas práticas nos próximos meses, mas espero que nos próximos cinco anos possamos ver algumas aplicações.
Que aplicações o senhor espera?
O argumento principal é o da interpretação coletiva da web. É difícil dizer exatamente que tipo de aplicação. A ideia é dar às comunidades uma representação científica de seu próprio processo de comunicação. Ele poderá se assemelhar a um grande circuito de conceitos, onde você observa a circulação de emoções e atenções. Isso poderá ser utilizado para marketing, educação, comunicação e pesquisa, por exemplo. Será uma nova forma de representar a relação entre conceito e ideias na internet. O sistema de escrita que usamos hoje na web é desenhado para mídia estática. Nós ainda temos que desenvolver sistemas simbólicos de escrita que sejam capazes de explorar todas as capacidades de um computador.
O senhor usa bastante as redes sociais?
Sim, estou no Twitter, no Facebook, no Google+ e em muitas outras. Mas não recomendo isso para ninguém, é preciso muito tempo para acompanhar tudo. Eu estou em tantas redes porque é meu trabalho, preciso saber do que estou tratando. Entre todas, o Twitter é a de que mais gosto, porque ele é prático e rápido para receber e procurar informações.
Quanto tempo por dia o senhor passa conectado?
Eu fico praticamente o tempo todo conectado. Consulto enciclopédias e dicionários na internet. Ouço rádios on-line. Acho que só não estou conectado quando estou dormindo. Mas, em relação a trocar e-mails e mensagens através de redes sociais, passo de uma a duas horas por dia nessas atividades. E não assisto a TVs nem leio jornais em papel. Só leio notícias na internet.
E livros em papel?
Eu tenho um tablet, mas estou velho e ainda prefiro ler livros no papel. Certamente, no futuro, a grande maioria dos livros será lida nos tablets ou em periféricos como o Kindle, muito pela possibilidade de interatividade. Os livros passarão a ser escritos dessa forma, com esse objetivo.
No Rio, o senhor vai participar de uma mesa de debate com Gilberto Gil. O senhor conhece a obra dele?
Eu já me encontrei com o Gil pessoalmente. Ele é um grande músico, um grande artista. Mas, além disso, também é uma pessoa que tem um pensamento bastante instigante sobre as consequências da revolução da mídia e da cultura. Será bom debater com ele.
Fonte: O Globo