sexta-feira, 24 de março de 2023

Comemora-se no dia 24 de março

O Dia Mundial da Tuberculose foi lançado em 1982 pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e pela União Internacional Contra Tuberculose e Doenças Pulmonares.
Cada paciente pulmonar bacilífero (BK+), se não tratado, pode infectar em média 10 a 15 pessoas por ano. A tuberculose infecta pessoas em todos os países do mundo, tanto ricos como pobres. Contudo, a pobreza, desnutrição, más condições sanitárias e alta densidade populacional são fatores que contribuem para a disseminação da doença.

Entre os sintomas estão o emagrecimento, canseira, febre baixa no final do dia, suor à noite e tosse com expectoração; podem também existir gânglios no pescoço. A Tuberculose não pode ser detectada somente por um exame físico; se confundida com uma gripe, por exemplo, vai evoluir durante 3 a 4 meses sem que a pessoa infectada saiba, ao mesmo tempo em que transmite a doença para outras pessoas.

Esse dia “é dedicado à reflexão coletiva a respeito da importância do conhecimento circunstanciado das situações em que tiverem ocorrido graves violações aos direitos humanos, seja para a reafirmação da dignidade humana das vítimas, seja para a superação dos estigmas sociais criados por tais violações”.

No dia de hoje… 

No dia 24 de março de 1980, o Arcebispo Oscar Arnulfo Romero foi assassinado em plena celebração de uma missa, em El Salvador.

O religioso católico era reconhecido desde muito jovem como um ícone na luta pelos direitos humanos e por justiça social. Quando estava no altar nesse dia 24 de março, recebeu uma rajada de tiros, desferida por um atirador de elite do Exército salvadorenho.


Celebramos hoje o Dia Nacional do Estudante. Este dia, por norma comemorado junto da comunidade académica, será hoje diferente, mas não menos importante.
O Dia Nacional do Estudante foi estabelecido pela Assembleia da República em 1987 como reconhecimento da luta dos estudantes pela liberdade em Portugal. Hoje o Conselho Nacional de Juventude não escreve uma “Carta à Nação” como os estudantes de Coimbra o fizeram em 1969 pedindo “uma universidade nova num Portugal novo”, mas estamos provavelmente, perante a maior mudança no sistema de ensino do nosso século.



 Catarina era a segunda filha de Santa Brígida, a grande mística sueca que teve grande influência na vida, na história e na literatura do seu país. Catarina nasceu em 1331. Ainda muito jovem casou-se com Edgar von Kyren, de nobre descendência e de mais nobres sentimentos, pois consentiu que a esposa observasse o voto de castidade que ele mesmo acabou fazendo e observando. Catarina acompanhou sua mãe a Roma por ocasião do ano santo. Lá recebeu a notícia da morte do marido. Desde então as vidas das duas santas correm sobre os mesmos trilhos. A filha participa com total dedicação na intensa atividade de Santa Brígida. Esta havia criado na Suécia uma comunidade de tipo cenobítico na cidade de Vadstena, para acolher em separado homens e mulheres em conventos de clausura, cujas regras eram inspiradas no modelo do místico São Bernardo de Claraval.

Durante o período romano que durou até a morte, nas longas perseguições, às vezes entre perigos de que só mesmo Deus as poderia livrar. Santa Catarina vem representada junto com um cervo que, segundo a lenda, muitas vezes apareceu para salvá-la. Depois que trouxeram o corpo da mãe de volta à pátria, Catarina entrou no mosteiro de Vadstena, do qual foi eleita abadessa em 1380. Havia chegado de Roma, após uma estadia de cinco anos. Em Roma conta-se que Catarina salvou a cidade de uma cheia do Tibre. O episódio é representado numa pintura da igreja a ela consagrada na praça Farnese. O Papa Inocêncio VIII permitiu a trasladação das relíquias. Uma multidão imensa a proclamou santa antes mesmo das autoridades eclesiásticas fixando sua festa no dia da morte, 24 de março de 1381.

Outros Santos do mesmo dia: Santo Irineu de Sírmio, Santo Adelmar, São Simeão de Trento, São Guilherme de Norwich, Beato Diogo José de Cadiz e Beata Maria Karlowska.

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